Por dentro de uma carcaça transparente
O que diferencia esta peça logo de cara é a carcaça transparente. Dá para enxergar parte do miolo metálico e do mecanismo, o que dá ao isqueiro uma cara de equipamento técnico, quase de relógio com fundo de vidro. As laterais têm reforços em relevo e cantos marcados, com aparência resistente.
A tampa abre para trás, como nos isqueiros clássicos de bolso. Por baixo dela aparece o topo prateado, com pequenas pontas de metal, os eletrodos, entre os quais se forma o arco elétrico. Ao lado, um cabo preto está conectado e uma luzinha azul indica a carga.
Na parte de baixo da frente fica uma lente redonda e escura: é a lanterna LED citada no nome. A foto foi feita com luz azul e vermelha, então as cores em volta são do cenário, não do produto.
Sem gás, sem fluido, sem pedra
O isqueiro elétrico não usa combustível. Em vez de chama, ele cria um pequeno arco de eletricidade entre os eletrodos, que é quente o bastante para acender pavio, papel ou cigarro. Quando a bateria acaba, basta ligar no cabo USB, no carregador do celular, no notebook ou no carro.
Isso traz algumas vantagens concretas. Não há gás para vazar na mochila nem fluido para reabastecer, e o vento, que apaga chama comum, interfere menos no arco elétrico.
E a lanterna resolve aquele momento em que se precisa de luz para achar a fechadura, o zíper da barraca ou o carvão no escuro. Um mesmo objeto de bolso faz duas tarefas, o que agrada quem gosta de levar pouca coisa.
Há ainda a questão do lixo. Quem acende fogão, vela e churrasqueira com frequência gasta vários isqueiros de plástico por ano, que vão para o lixo com resto de gás. Um modelo recarregável reduz essa troca constante, desde que a bateria seja bem cuidada e o aparelho dure.
Vela, fogareiro, barraca e quedas de energia
Em casa, o uso mais simples é acender velas aromáticas, de aniversário ou a vela da mesa do jantar. O arco alcança o pavio sem o dedo chegar perto da chama, e a tampa protege o topo dentro da gaveta.
No churrasco, ele acende o papel ou o acendedor que vai iniciar o carvão. No camping, acende fogareiro e lampião a gás, e a lanterna ajuda a montar a barraca depois que escurece.
Também vale deixar um na caixa de emergência de casa, para os dias de queda de energia: acende as velas e ilumina o caminho até o quadro de luz. Como precisa de recarga, convém lembrar de carregá-lo de tempos em tempos, mesmo sem uso.
Na cozinha, ele substitui o acendedor do fogão quando o acendimento automático falha. Basta abrir o gás da boca e aproximar o topo do isqueiro, com cuidado para não deixar o gás escapando por muito tempo antes de acender.
Para o aventureiro e para o anfitrião
Combina com quem faz trilha, pesca ou acampa e gosta de equipamentos compactos. Também agrada o churrasqueiro do fim de semana e quem tem a casa cheia de velas.
Para quem gosta de tecnologia, a carcaça transparente e o carregamento por cabo são um atrativo à parte: é um objeto curioso de mostrar aos amigos.
Há perfis em que o presente pede reflexão. Se você não quer estimular o hábito de fumar de alguém, talvez seja melhor escolher outro item. E ele não é adequado para casas com crianças pequenas que mexem em tudo, já que o arco queima ao toque. Para outras opções de passeio, veja viagem e piquenique.
Quando dar
Dia dos Pais: é uma das datas em que ele mais aparece. Pais que comandam a churrasqueira, pescam ou têm caixa de ferramentas organizada costumam gostar de objetos funcionais assim. Mais sugestões em ideias de presente de Dia dos Pais.
Natal: funciona como presente para o cunhado, o tio ou o amigo que vai acampar nas férias de verão. Se a ideia é algo de mais valor para outra pessoa da família, há sugestões de presente de Natal em prata 925.
Aniversário: para quem está planejando uma viagem de aventura ou acaba de comprar uma barraca, é um presente de aniversário que vai direto para a mochila.
Fora do calendário, também serve como lembrança de agradecimento para o amigo que emprestou a barraca, ou como presente de despedida para quem vai morar num sítio ou numa casa de praia, onde quedas de luz são mais comuns.
Montando um kit de bolso
O isqueiro sozinho é pequeno; vale montar um kit em torno dele. Algumas ideias:
- para o campista: um canivete simples, um apito e uma manta térmica;
- para o churrasqueiro: um avental, uma pinça longa e um saco de carvão;
- para quem gosta de velas: duas velas aromáticas e um apagador de pavio.
Uma latinha de metal ou uma bolsinha de lona serve como embalagem e continua útil depois. No cartão, uma frase curta: "Fogo sem gás e luz no bolso. Agora não tem mais desculpa para não acampar."
Bateria, eletrodos e segurança
Recarregue com o cabo indicado pelo fabricante e não deixe carregando perto de material inflamável. Evite expor o isqueiro a sol forte dentro do carro, já que baterias sofrem com calor.
Nunca toque nos eletrodos enquanto o arco está ativo nem encoste objetos metálicos neles. Para limpar resíduos de pavio, desligue, espere esfriar e passe um cotonete seco.
Feche sempre a tampa depois do uso e guarde fora do alcance de crianças. Não molhe a peça, a menos que o anúncio informe resistência à água.
Detalhes para checar na loja
Confira no anúncio o tipo de conector (Micro USB ou USB-C) e se o cabo acompanha, quantos acendimentos a carga costuma render e quanto tempo leva para recarregar.
Vale perguntar também se a lanterna tem mais de um modo de luz, se há trava de segurança e se a carcaça é resistente a respingos. A cor da carcaça pode variar conforme o lote. Mais opções na página de esporte e lazer.


